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  • Roberta Perdomo

Como apoiar a experiência de home-office da sua equipe

Atualizado: Jul 21


Nos últimos 90 dias, fomos todos obrigados à trabalhar em casa – o tão comentado “home-office” ou trabalho remoto foi democratizado. Em momentos como esse, onde o isolamento social tem acentuado problemas como a ansiedade, as empresas precisam urgentemente buscarem práticas que apoiem seus colaboradores a terem uma experiência saudável de home-office.

Veja a seguir, algumas dessas práticas que estão sendo aplicadas em diversas organizações pelo mundo.


Espaço de trabalho: começando pelo básico


Depois de 3 meses de home office, você já deve ter se preocupado com isso. De qualquer forma, não custa lembrar que as pessoas precisam de um mínimo de conforto ergonômico para trabalhar. Algumas empresas enviaram as cadeiras do escritório para a casa dos colaboradores, outras, reembolsaram a compra de cadeiras. Isso, sem contar em políticas de reembolso de internet e até subsidio para compra de mesa de escritório.


Tecnologia: permitindo a conectividade


Se a empresa ainda não opera bem digitalmente, agora todos já devem estar dominando as ferramentas de trabalho digitais. Proporcionar drives para compartilhamento de arquivos via nuvem, software para vídeo conferência e uma rede social interna são o mínimo para começar. Utilizar softwares para compartilhamento de tarefas e gestão de projetos também ajuda muito na gestão das equipes remotas.


Comunicação: fomentando espaços de conversas e conexão


Ter as ferramentas não basta. Utiliza-las da melhor forma e fomentar que as equipes conversem digitalmente se tornou um baita desafio. Criar rituais novos, que antes eram presenciais ou nem existiam, passou a fazer parte da gestão de pessoas e equipes para manter a comunicação fluída. Mas cuidado para não sobrecarregar as pessoas com reuniões virtuais. Nem tudo precisa virar vídeo conferência. O telefone ainda existe para cortar alguns caminhos e os aplicativos de chat também.


Produtividade: evitando o excesso de trabalho


O grande mal do home office é a falta de disciplina, tanto das pessoas como dos gestores. Como as pessoas não precisam se deslocar para nada, existe um risco de não saírem da frente do computador, não fazerem intervalos entre reuniões e simplesmente invadirem seu espaço de descanso e lazer com mais trabalho. O que parece aumento de produtividade, se torna em pouco tempo, em estresse e até burnout. Portanto, vale reforçar o estabelecimento claro de prioridades entre gestores e equipes e estimular que as pessoas façam intervalos. Isso sem contar com o exemplo da liderança: nada de e-mails à noite em finais de semana. Vale à pensa lembrar disso.


Apoio emocional: cuidando de pessoas e relações em tempos de pandemia


Psicólogos e psiquiatras vem narrando nos últimos meses o aumento de pacientes com sintomas de ansiedade e depressão. O medo da pandemia, o medo de perder o emprego e até da morte são os fantasmas bastante reais que estamos enfrentando. Você sabe como estão as pessoas da sua equipe com relação à isso? Criar espaços adequados para escutar e apoiar as pessoas está sendo fundamental nesse período. Os exemplos vão desde rodas de diálogo entre colegas e até apoio psicológico subsidiado pela empresa. Não podemos esquecer que somos todos humanos e as emoções afetam nosso trabalho e nosso trabalho interfere nas nossas emoções. Tudo anda junto e já é hora das empresas entenderem isso.

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